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Dá para mudar a sua personalidade?



Imagine um sapato. Olhando o estilo e o estado, você é capaz de supor muita coisa sobre o dono. Dá para imaginar como ele se veste, do que gosta, se é sério ou descontraído. Dá para arriscar seu escritor favorito, se acredita em deus e até se faz o seu tipo. Sua personalidade é como esse sapato: um reflexo de como você se vê e de como é visto.

Para chegar a esse modelo de calçado, você fez muitas escolhas: filtrou influências, ouviu opiniões, testou conforto, analisou preço. Da mesma maneira, diversos fatores interferiram na formação da sua personalidade: seus pais, seus amigos, o lugar onde cresceu, o período em que viveu. E sua genética, claro, que, do mesmo jeito que deixa uma forma única no sapato, molda uma parte de você.
O resultado é um conjunto de padrões de comportamento bem difícil de ser explicado ou medido pela ciência.

Uma breve história da ansiedade


Há muito em comum entre a ansiedade e o medo. Os dois são estados aversivos causados por uma ameaça e que têm como objetivo proteger o organismo. Mas há também uma diferença bastante clara entre os dois. O medo é uma emoção engatilhada por algo muito específico e imediato – por exemplo, a visão de um urso faminto. Lá está a ameaça, e é então iniciada uma reação de luta e fuga. Já a ansiedade não é exatamente uma emoção primária. Enquanto o medo é uma disposição corporal momentânea, a ansiedade é um estado mental e corporal mais espalhado no tempo.

Nova teoria diz que humanos já falavam há 1,9 milhão de anos



Você fala. E isso é incrível. A Terra tem 4,54 bilhões de anos e nesse tempo todo a nossa espécie foi a única que deu um jeito de comunicar ideias complexas usando sequências de sons – ou, na ausência deles, sinais feitos com as mãos.

Tudo bem, macacos e golfinhos também usam vocalizações para transmitir mensagens. São formas simples e eficientes de comunicação, adequadas às necessidades desses animais. Um determinado grito ou ruído pode indicar que há uma ameaça no ar – uma versão um pouco diferente pode indicar que o predador está no solo. Por muito tempo, recados assim, telegráficos, foram os únicos com que nossos antepassados puderam contar.

20 imagens para ironizar e provocar a triste realidade da vida moderna



O mundo mudou.

Hoje os hábitos e os costumes da sociedade — especialmente ocidental — são muito diferentes do que era no início do século 21.
O ilustrador italiano Marco Melgrati usou as mudanças da última década como inspiração para criar uma obra de tom provocador.
Em 20 imagens o artista toca nas feridas da sociedade: