O Paradoxo da Unificação - Quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis do Autismo
O paradoxo da unificação: quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis e acirra a disputa por voz, recursos e políticas p...
-
Decisão do TRF-5 expõe arbitrariedade do Estado ao reter medicamentos essenciais de pacientes com prescrição médica; desembargador cla...
-
A disputa pelo comando da comissão provisória do Partido Liberal em Colombo ganha contornos dramáticos após a direção estadual anular dir...
-
O cenário político no Paraná apresenta um fenômeno singular às vésperas da corrida eleitoral de 2026. De um lado, um governador que oste...
Cientistas criam mapa das proteínas do corpo humano
Duas equipes de pesquisadores publicaram nesta quarta-feira os primeiros "rascunhos" do proteoma humano, um "mapa" das proteínas presentes no organismo, semelhante ao que o genoma representou para o DNA. Os dois artigos saíram na revista Nature.
Um mapeamento de proteínas era um passo esperado da ciência após a decodificação do genoma humano. Isso porque as proteínas são os primeiros produtos do DNA. Grande parte das doenças genéticas, por exemplo, estão relacionadas a problemas nas proteínas produzidas pelo organismo.
Uma das equipes, que contou com a participação de 72 cientistas dos Estados Unidos, Índia, Canadá, Chile, Reino Unido e Hong Kong, identificou proteínas fabricadas por 17 294 genes, sendo que mais de 2 000 deles produzem proteínas nunca antes descritas pela ciência, e 193 não eram considerados genes produtores de proteínas. Mais de 30 000 proteínas foram catalogadas. Já a outra equipe, formada por 22 pesquisadores de instituições alemãs, encontrou mais de 18 000 proteínas.
Os dois times utilizaram amostras de tecidos humanos na pesquisa. Para identificar as proteínas, aplicaram uma técnica denominada espectrometria de massa, capaz de identificar os átomos que compõe uma substância e assim separar as proteínas do resto dos tecidos.
Coincidência — Os dois principais autores das pesquisas disseram à rede britânica BCC que não faziam ideia da publicação simultânea. "Na minha opinião, quando é o momento certo para uma coisa, alguém vai fazê-la. E talvez dois grupos façam (simultaneamente)", afirmou Bernhard Kuster, professor da Universidade da Tecnologia, em Munique, que liderou a pesquisa alemã. O chefe da outra equipe, professor Akhilesh Pandey, da Universidade Johns Hopkins, comparou o ocorrido com a publicação dos primeiros rascunhos do genoma humano, também anunciada por dois grupos distintos em fevereiro de 2001.
veja
