Ninguém questiona que a desigualdade social alcança proporções intoleráveis em Colombo, no Paraná, no Brasil e no mundo.
Um relatório da ONG Oxfam, publicado na
segunda-feira passada, estima que as 85 pessoas mais ricas do planeta ganham o
equivalente às 3,5 bilhões mais pobres.
No Fórum Econômico Mundial de Davos - que na semana passada congregou
políticos, empresários e personalidades com um volume de negócios
equivalente a quase a metade do PIB americano -, a desigualdade foi
identificada como uma das principais ameaças à economia mundial.
Mas, ainda que todos concordem com a gravidade do problema, haverá esforços para solucioná-lo?