O Paradoxo da Unificação - Quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis do Autismo

  O paradoxo da unificação: quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis e acirra a disputa por voz, recursos e políticas p...

'Os EUA podem hoje desligar a internet de qualquer país'

Charges de sábado - aluga-se...

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Coluna do Izzy Rock - A união faz “forca”! - Ilha dos Náufragos





Hoje estréia oficialmente a Coluna do Izzy Rock.
E na estréia teremos duas matérias de nosso colunista.
1º - A UNIÃO FAZ A “FORCA”!
Não, não está errado. Em determinados casos a união realmente faz a forca e isso tem acontecido em Colombo.

Em minha opinião todos temos o livre arbítrio para pensar e tomar decisões e nos aliarmos ou divergirmos de qualquer pessoa.

Mas onde esta o problema?

A questão é muito simples, não podes querer ser correto, tentar andar de forma correta, tentar agir de forma correta, auto proclamar-se o correto e a ilustre versão da verdade se andas com a mentira e com pessoas de baixa índole.

Aquele ditado, “me diga com quem tu andas, que te direi quem tu és”, nestas circunstâncias, cria forma e valores incondicionais.

E dentro da política, todos têm o direito de reclamar, discordar, ironizar, concordar, se sensibilizar, mas dentro de um padrão de respeito e humanidade direcionada ao povo.

O que quero dizer com isso?

Alguns blogueiros de Colombo tem em sua relação de amigos atualmente, pessoas e políticos ligados à administração anterior, aquela mesma que destruiu Colombo em todos os sentidos. Alianças políticas não são de hoje novidade, mas aliar-se ao antes declarado inimigo, pode não ser o melhor caminho para demonstrar sua idoneidade ao público.

Certo que opiniões numa suposta oposição são claramente interessantes, a fim de se procurar o problema, identificá-lo e dai então, colocar a boca no trombone.

Escrever que certos indivíduos são competentes para retomarem certos cargos públicos, sendo que outrora determinaram a falência de determinado órgão. não passa de mera fantasia e de claro interesse pessoal em destacar-se para uma promoção pessoal futura quando da reeleição dos mesmos.

Mais do que se achar um expoente da verdade, a pessoa deve reavaliar suas intenções e seus objetivos, pois estes fins é que determinarão o futuro da sociedade e do povo de um modo geral.

Google manipula buscas na internet, afirma estudo

A pesquisa foi revelada em uma época complicada para o Google. A empresa se prepara para lançar sua resposta à investigação da União Europeia, que se baseia em alegações semelhantes sobre o produto comparação de compras do Google. Segundo Wu, o estudo foi enviado à Comissão Europeia.

Se você está procurando por produtos ou serviços oferecidos pelos concorrentes do Google, a chance de você encontrar essas ofertas apenas no final da página de resultados de buscas é grande.
Pelo menos é o que afirma um relatório de 160 páginas divulgado pela Comissão Federal do Comércio dos Estados Unidos. Segundo o estudo, o algoritmo do Google prioriza conteúdo próprio da empresa nos resultados de busca dos usuários em detrimentos dos serviços dos competidores.
Um dos pesquisadores que contribuiu para o estudo foi o jurista Tim Wu. Em janeiro de 2013, ele escreveu um texto para o site New Republic elogiando o Google. A empresa havia saído ilesa de um processo questionando seu serviço de buscas. Para Wu, ela vencera a disputa por ter obedecido a lei.
Após dois anos desse testemunho, parece que Wu mudou de ideia. "O que é mais surpreendente e chocante é que o Google não está apresentando seu melhor produto", disse o jurista ao site Re/Code. "Na verdade, ele está apresentando uma versão pior do produto para os consumidores", finalizou.
Vale ressaltar que Wu e o coautor da pesquisa Michael Luca, professor da Universidade de Harvard, foram pagos pelo Yelp para realizar o estudo. Os sites mais afetados pela ação do Google são os de comparação de compras, restaurantes e viagens, como o próprio Yelp.
Como descobriram isso?

OAB: Eduardo Cunha rasgou a constituição

Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Marcus Vinícius Coêlho, afirmou que a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos no caso de crime hediondo fere a Constituição, assim como a manobra do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, para aprovar a PEC que havia sido rejeitada um dia antes; "A redução da maioridade, que já possuía a inconstitucionalidade material, porque fere uma garantia pétrea fundamental, passa a contar com uma inconstitucionalidade formal, diante deste ferimento ao devido processo legislativo", diz Coêlho, que promete ir ao STF caso a proposta passe no Senado; a AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros) também divulgou nota apontando a medida como inconstitucional

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Marcus Vinícius Furtado Coêlho, classificou como inconstitucional a PEC que propõe a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos no caso de crimes hediondos, aprovada ontem em primeiro turno na Câmara. Segundo ele, ela fere a constituição pela proposta em si e agora pela manobra do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para aprová-la.
Depois de rejeitada na madrugada de quarta, a proposta ganhou uma emenda aglutinativa e foi colocada novamente em votação, por Cunha, na madrugada desta quinta-feira, quando foi aprovada. Coêlho destaca que a entidade irá recorrer ao Supremo Tribunal Federal caso a proposta seja aprovada em segundo turno na Câmara e depois passe no Senado.
"A redução da maioridade, que já possuía a inconstitucionalidade material, porque fere uma garantia pétrea fundamental, passa a contar com uma inconstitucionalidade formal, diante deste ferimento ao devido processo legislativo", destacou Coêlho, em nota. "Tanto pelo seu conteúdo, quanto pela forma de sua aprovação, a PEC [Projeto de Emenda Constitucional] não resiste a um exame de constitucionalidade", acrescentou o presidente da Ordem.
A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) também divulgou nota apontando a medida como inconstitucional. Leia abaixo: