O Paradoxo da Unificação - Quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis do Autismo
O paradoxo da unificação: quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis e acirra a disputa por voz, recursos e políticas p...
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Decisão do TRF-5 expõe arbitrariedade do Estado ao reter medicamentos essenciais de pacientes com prescrição médica; desembargador cla...
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A disputa pelo comando da comissão provisória do Partido Liberal em Colombo ganha contornos dramáticos após a direção estadual anular dir...
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O cenário político no Paraná apresenta um fenômeno singular às vésperas da corrida eleitoral de 2026. De um lado, um governador que oste...
O garoto mais esperto que Einstein que quer ser jogador de futebol
Este é o caso do garoto inglês Kian Hamer, de apenas 11 anos, que superou a dupla de cientistas físicos em dois pontos em um teste de QI. O menino foi informado do seu resultado pela Mensa, organização que reúne pessoas com alto QI, confirmando que ele obteve 162 pontos no exame.
'Quis me matar': como é sofrer de impotência aos 16 anos
"Eu tinha 16 anos quando percebi pela primeira vez que meu pênis não ficava firme enquanto eu me masturbava.
Durante os 12 meses seguintes, as coisas pioraram progressivamente.
A masturbação e as relações sexuais ficaram cada vez mais difíceis. No momento em que parava de estimulá-lo, o pênis ficava mole.
Tenho certeza de que minha namorada da época notou que alguma coisa estava errada, mas era muito constrangedor conversar sobre isso.
Como as brigas dos pais podem afetar as crianças
O ambiente doméstico tem um grande impacto sobre a saúde mental e o desenvolvimento de longo prazo das crianças - e não apenas por causa da relação entre pais e filhos.
Antes de mais nada, é preciso destacar que, na maioria das vezes, pequenas discussões cotidianas são parte da vida e têm um impacto nulo ou muito pequeno nos pequenos. O que realmente afeta as crianças são comportamentos como gritos e demonstrações mútuas de raiva diante dos filhos, ou quando um cônjuge ignora o outro constantemente.
Tiradentes, uma farsa criada por líderes da Inconfidência Mineira
Ele estava muito bem vivo, um ano depois, em Paris. O feriado de 21 de abril é fruto de uma história fabricada que criou Tiradentes como bode expiatório, que levaria a culpa pelo movimento da Inconfidência Mineira. Quem morreu no lugar dele foi...
... um ladrão chamado Isidro Gouveia.
A mentira que criou o feriado de 21 de abril é: Tiradentes foi sentenciado à morte e foi enforcado no dia 21 de abril de 1792, no Rio de Janeiro, no local chamado Campo da Lampadosa, que hoje é conhecido como a Praça Tiradentes. Com a Proclamação da República, precisava ser criada uma nova identidade nacional. Pensou-se em eternizar Marechal Deodoro, mas o escolhido foi Tiradentes. Ele era de Minas Gerais, estado que tinha na época a maior força republicana e era um polo comercial muito forte. Jogaram ao povo uma imagem de Tiradentes parecida com a de Cristo e era o que bastava: um “Cristo da Multidão”. Transformaram-no em herói nacional cuja figura e história “construída” agradava tanto à elite quanto ao povo.
Obesidade não tem a ver com “vício em comida”, prova estudo
Comida pode virar compulsão. Isso todo mundo sabe. A culpa é do sistema de recompensa do seu cérebro, que pode levar a um ciclo vicioso, por liberar dopamina toda vez que você come algo delicioso. O fenômeno tem até um nome bonito: a “fome hedônica”, quando uma refeição é motivada mais pelo prazer de comer do que pela necessidade de nutrir o corpo.
O grande problema é que fica muito fácil acreditar que o excesso de peso é culpa da fome hedônica. E o pior: já definir que toda pessoa obesa é viciada no prazer de comer – o que é praticamente equipará-la a um dependente químico.
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