O Paradoxo da Unificação - Quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis do Autismo

  O paradoxo da unificação: quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis e acirra a disputa por voz, recursos e políticas p...

Fazer sexo sem tesão aumenta risco cardíaco e depressão

Ao contrário do que diz a sabedoria popular, falta de sexo não aumenta o estresse. Já transar só para agradar o outro faz mal à saúde.


Fazia tempo que não se falava tanto em consentimento sexual no Brasil, ou seja: sobre a necessidade do sexo ser uma decisão consciente de dois (ou mais) adultos. Só que mesmo nessas situações tem muita gente transando sem vontade - e um novo estudo mostra que isso faz mal para o corpo e para a mente.

Cientistas gravam cérebro de homem no exato momento em que ele "vê Deus"


Neurocientistas conseguiram registrar a atividade cerebral de um paciente que disse ter visto Deus durante um tratamento de epilepsia.
O homem de 46 anos é judeu, mas não se declara particularmente religioso. Ele estava sendo monitorado por uma equipe de pesquisa israelense enquanto conectado a um escaneador de eletroencefalograma.

Gêmeas Pollock: um caso de reencarnação documentado pela ciência


Ian Stevenson, doutor em medicina e professor universitário de psiquiatria canadense, estudou mais de 3 mil casos de crianças que pareciam se lembrar de vidas passadas.Um dos mais significativos foi o das gêmeas Pollock. O dia 5 de maio de 1957 amanheceu com um sol esplêndido em Whitley-Bay, no Reino Unido, às margens do Mar do Norte.

Viciados em celular têm mais medo do abandono

Quase todo mundo detesta ficar longe do celular. Mas, para quem está viciado no aparelho, uma chamada perdida já causa angústia.


Você se apega ao seu celular como se ele fosse uma pessoa - e tem até ansiedade de separação, da mesma forma que uma criança resiste a entrar na escola sem os pais. Mas se o vínculo com o celular já é uma realidade para todo mundo, as pessoas têm jeitos diferentes de se apegar ao aparelho.

Papiros decifrados surpreendem com feitiços de amor, sexo e submissão



Desde “incendiar o coração” de uma mulher com o simples pronunciar de um feitiço até obter a submissão de um homem, os papiros egípcios recém-decodificados fascinaram os arqueólogos. Isso tudo está em um trabalho do pesquisador italiano Franco Maltomini, da Universidade de Udine, que conseguiu decifrar os papiros egípcios do século II a.C., em que há feitiços “de amor, submissão e sexo”.