O Paradoxo da Unificação - Quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis do Autismo

  O paradoxo da unificação: quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis e acirra a disputa por voz, recursos e políticas p...

PSOL também deverá disputar a Prefeitura de Colombo



O mais recente partido a manifestar-se com pretensão de disputar a Prefeitura de Colombo, nas eleições de 15 de novembro, é o PSOL (Partido Socialismo e Liberdade).

PSOL, se confirmar a candidatura própria até 14 de setembro (nova data limite das convenções), será o único partido legitimamente de esquerda no pleito municipal, já que o PT colombense, através de Onéias Ribeiro e sua trupe já está no colo dos neobolsonaristas de plantão...

O pré-candidato a prefeito é o Professor Celio Beserra dos Santos.
A pré-candidata a vice-prefeita é a Professora Aline do Rocio Neves.

Recebemos nesta segunda, 20, o seguinte comunicado da Direção Municipal do PSOL:

Cientistas buscam respostas para suspeitas de reinfecção em recuperados de covid-19

Galáxia do horror: os 5 planetas mais assustadores segundo a NASA


Com o título chamativo de “Galáxia do Horror”, a NASA publicou uma lista dos destinos interespaciais mais aterrorizantes.
Segue abaixo uma seleção dos cinco planetas mais assustadores, de acordo com a agência espacial norte-americana:

Estudo prevê queda brusca na taxa de fecundidade mundial. O que isso representa?



Uma pesquisa feita pela Universidade de Washington, nos EUA, mostrou que, até 2100, pelo menos 23 países terão suas populações reduzidas pela metade. A razão por trás disso é a queda da taxa de fecundidade global, motivada pelo maior acesso aos métodos contraceptivos.

Em 1950, as mulheres tinham, em média, 4,7 filhos. A pesquisa mostra como esse número passou para 2,4 em 2017 e pode chegar ao valor de 1,7 até o final do século. O estudo foi publicado na última terça-feira (14) na revista científica The Lancet.
A taxa de fecundidade ideal, ou seja, o número médio de filhos que casal deveria ter é, hoje, de 2,1. Esse valor assegura a reposição populacional: dois filhos para “substituir” o lugar de seus pais na vida econômica e social . Já esse “extra” de 0,1 na conta serve para compensar caso haja morte de uma das pessoas ainda na infância ou antes de gerar descendentes.

Não chegaremos aos 10 bilhões de habitantes



“Há 10.000 anos éramos apenas um milhão. Em 1800, faz pouco mais de 200 anos, já éramos um bilhão. Há 50, por volta de 1960, chegamos a 3,5 bilhões. Atualmente, superamos 7,5 bilhões. Em 2050, nossos filhos e os filhos dos nossos filhos viverão em um planeta habitado por no mínimo nove bilhões de pessoas. Antes do final do século atual, seremos pelo menos dez bilhões. Talvez mais.” Em seu livro Dez Bilhões, o professor Stephen Emmott, de Oxford, tentava nos advertir da realidade apocalíptica que aguardará a humanidade se alcançarmos essa formidável cifra de pessoas sobre a Terra. Mas cabe a possibilidade de que o ritmo de crescimento se freie muito antes e que nunca cheguemos a esse perigoso número.
É o que propõe um estudo publicado na revista médica The Lancet, segundo o qual o pico de população ocorrerá na década de 2060, com 9,7 bilhões. E a partir daí a humanidade irá se reduzindo lentamente, até chegar a 8,8 bilhões em 2100.