O Paradoxo da Unificação - Quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis do Autismo

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Coluna do Requião Filho - Curitiba confere aos moradores de rua o frio, o abandono e o descaso

O deputado Requião Filho (PMDB), em sua coluna desta quinta-feira (23), denuncia o abandono dos moradores de rua pela gestão do prefeito Gustavo Fruet (PDT) em Curitiba. Para o articulista, essas pessoas sofrem com o frio, o abandono e o descaso do poder público municipal. “O frio é desumano, cruel e imediato”, critica Requião Filho. Abaixo, leia, comente e compartilhe a íntegra do texto.

O inverno chega a nossa cidade e, nas ruas, hoje vive uma população à margem da sociedade. Os moradores de rua de Curitiba sofrem com o frio, com o abandono, com o descaso.
O que todos vemos é o crescente número (e se há um número crescente visível em Curitiba é este) de moradores de rua. Moradores que vagam pela noite sem ter onde se abrigar, sofrendo no frio que castiga e se amontoando nas escadarias da UFPR, parklets e na rampa do Teatro Guaíra.

O segredo do homem que tem 'a melhor memória do mundo'

O pai que recuperou na Justiça a guarda da filha de 6 anos - e a matou com golpes na cabeça

Ben Butler havia sido condenado por sacudir a filha quando ela era bebê

Um caso envolvendo o assassinato brutal de uma menina de seis anos pelo próprio pai chegou ao fim nesta terça-feira na Inglaterra, após um julgamento cujos detalhes chocaram o país.
Ellie foi morta dentro de casa, em outubro de 2013. Por unanimidade, o júri considerou seus pais, Ben Butler e Jennie Gray, culpados. Ele foi condenado a no mínimo 23 anos de prisão, e ela, considerada cúmplice, a 42 meses.

Bananas


No ano passado, durante partida entre Barcelona e Villareal válida pelo campeonato espanhol de futebol, o lateral direito da equipe catalã, o brasileiro Daniel Alves, ao encaminhar-se para bater um escanteio, foi alvejado com uma banana. Não se sabe qual a variedade da popular iguaria, se prata, d'água, da terra, se mais azeda (minha preferida) ou doce. Fato é que o brasileiro não se fez de rogado e, possivelmente com fome e necessitando de potássio pelo desgaste físico inevitável que envolve uma partida de futebol, descascou a fruta e a comeu.