O Paradoxo da Unificação - Quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis do Autismo

  O paradoxo da unificação: quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis e acirra a disputa por voz, recursos e políticas p...

Maioria entre indecisos, mulheres de menor renda podem definir eleição presidencial

Tribunais de contas, os permissivos fiscais expostos pela Lava Jato


“As minhas contas foram aprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado.” Essa frase está na ponta da língua dos políticos investigados na Operação Lava Jato por fraudar licitações e superfaturar obras. E o argumento não é falso. Os ex-governadores Aécio Neves (PSDB), de Minas Gerais, Sérgio Cabral (MDB), do Rio de Janeiro, e Beto Richa (PSDB), do Paraná – investigados por suspeita de terem favorecido empresas em licitações –, tiveram as contas aprovadas nos tribunais de contas de seus estados, colocando em xeque a credibilidade dos órgãos de controle como mecanismo para coibir esquemas de corrupção.

O desabafo de um advogado sobre a 'lava jato'



É assustador saber que procuradores com proteção policial  foram até a casa de uma cidadã comum sem quaisquer ordem judicial, as 06h da manhã lhe acorda e com seu filho de oito anos  lhe conduz a força até um sítio para ser interrogada. Afronta as garantias individuais, desrespeito a lei a justiça.

Em uma semana, Lava Jato colhe três derrotas com Gleisi, fim da coerção e delações da PF



"Viva Gleisi! Agora, é liberdade pro Lula! Lula Livre", celebrou o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) em vídeo publicado em seus perfis nas redes sociais após o Supremo Tribunal Federal (STF) inocentar a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) e seu marido, o ex-ministro Paulo Bernardo, da acusação de ter praticado os crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva. A senadora petista ainda é alvo de um inquérito e duas outras denúncias no STF, mas a extinção de um dos processos animou os petistas para a próxima semana, quando a Segunda Turma do STF, a mesma que absolveu Gleisi, julga novo pedido de habeas corpus do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Por que amávamos tanto o Brasil?



Para um menino europeu crescido nos anos 70 e 80, a chegada da Copa do Mundo era sobretudo a oportunidade de ver o Brasil. Nenhum outro time tinha o poder de fascínio da seleção canarinho. Suas cores, a mistura de raças, o ritmo de seus corpos, seu inverossímil domínio da bola. Tudo remetia a um universo mágico, selvagem e exuberante, um mundo onde o campo do possível estava muito mais longe do que nós podíamos imaginar na Europa nessa época. A atração se acentuava porque não era fácil nem frequente desfrutar daquilo. Era preciso esperar quatro anos. Por isso, quando a Copa começava, estávamos impacientes por ver o momento único em que irromperiam as camisas amarelas.