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| Na entrevista o senador denunciou a festa que o PCC promoveu na Penitenciária de Piraquara 1 com direito a bolo e salgadinhos. |
O senador Roberto Requião, candidato ao governo do Paraná pela coligação Paraná Com Governo (PMDB/PV/PPL), apontou soluções para reduzir o preço da conta de luz de todos os paranaenses. “É simples reduzir a tarifa de energia elétrica: temos de acabar com a roubalheira da Copel. Eu congelei a tarifa elétrica do Paraná por sete anos, com a tarifa mais baixa do Brasil. E hoje é uma das mais caras. De 26 estados, tem 23 com tarifa mais barata que o Paraná”, disse.
Em entrevista ao jornalista Sandro Dalpícolo, durante o programa Paraná TV 1ª Edição, Requião elencou medidas que vai tomar assim que assumir o governo do estado. “A Copel tem um lucro fantástico na Geração. E tem prejuízo por falta de planejamento e gestão na Distribuição. O que eu faria? Eu tiraria dinheiro da Copel Geração e capitalizaria a Copel Distribuição até que o problema de energia elétrica cara por falta de planejamento acabasse, com a entrada em funcionamento de todas as hidrelétricas. E mais do que isso: eliminaria as 17 diretorias que se acrescentou à empresa e eu entreguei com sete. E ainda acabaria com essa história de 100% de aumento na participação dos lucros dos sócios privados. Nós estamos sendo roubados”, apontou.
Requião fez também uma análise da atual administração do sistema penitenciário do Paraná, que registrou 22 rebeliões nos últimos 12 meses. “Eu construí 12 penitenciárias. O governo federal colocou disponível R$ 136 milhões para que o Beto Richa construísse seis penitenciárias novas e fizesse 14 reformas de ampliação. Nada disso aconteceu. Estamos com 22 revoltas no ano. São quase duas por mês”, revelou.
Requião denunciou ainda um absurdo: “No dia 31 de agosto o PCC festejou na Penitenciária de Piraquara 1 o seu aniversário com bolo e salgadinhos. Estamos sem comando, sem gestão e isso é uma ameaça ao estado do Paraná”.
A entrevista durou dez minutos. Requião ainda se posicionou com relação aos empréstimos de dinheiro ao estado. “Sou a favor de empréstimo, desde que seja para investir em infra, não para pagar cargo comissionado. De jeito nenhum. Não posso ficar tranquilo com esse apagão do Paraná”, afirmou.
Veja a entrevista completa:
Assessoria Requião
