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| Líder do PMDB, senador Eunício Oliveira e o líder do PSDB, senador Tasso Jereissati, anunciam a "parceria", deixando Richa e Requião em uma 'tremenda saia justa'.... |
O que vocês querem que eu diga?
A "guerra uterina" entre PMDB e PSDB no Paraná parece estar com os dias contados...
O senador Roberto Requião do PMDB, ferrenho adversário do PSDB de Beto Richa, parece ter ficado a 'ver navios'...
Afinal de contas, o PMDB do Paraná, deve, por determinação Estatutária, obediência e acatamento ao PMDB Nacional.
Resumo da ópera aqui no Paraná, PMDB e PSDB poderão "caminhar juntinhos" nas eleições, seguindo o 'exemplo do PMDB Nacional...
A nova "parceria" está sendo amplamente divulgada na mídia nacional:
O PMDB anunciou que vai trabalhar com dirigentes do PSDB "para encontrar uma saída" para o país.
A decisão foi tomada após um jantar patrocinado pelo senador Tasso Jereissatti (PSDB-CE), em Brasília, na noite desta quarta-feira, que contou com o presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), e o líder da sigla na Casa, Eunício Oliveira (CE), além do com o senador Romero Jucá (RR).
A cúpula do PSDB compareceu em peso, com o senador Aécio Neves (MG), dirigente nacional da legenda, e os colegas José Serra (SP), Antonio Anastasia (MG), Cássio Cunha Lima (PB) e Aloysio Nunes (SP).
"Há uma constatação de que o momento é bastante grave. Tanto o PMDB como o PSDB não podem ficar omissos. Vamos trabalhar juntos para encontrar, o mais breve possível, uma saída para a crise que o Brasil vive", disse Tasso, após a reunião, à ‘Folha de S. Paulo’.
O peemedebista Eunício seguiu na mesma linha. "Essa aqui é uma conversa de gente adulta preocupada com o país", ele afirmou. "Não viemos aqui derrubar o governo Dilma. Viemos buscar uma saída para a crise."
Logo depois, o vice-presidente Michel Temer disse ao ministro Jaques Wagner (Casa Civil), que o PMDB dará um passo no sentido de se distanciar do governo na convenção deste sábado, mas que não se sabe ainda o grau deste distanciamento.
“Com as novas denúncias e o agravamento da crise, esse grupo que quer o rompimento com o governo hoje é majoritário e ostensivo. O partido quer um afastamento, só não se sabe ainda em que nível isto se dará”, disse Temer a Wagner, segundo reportagem de Júnia Gama.
Brasil 247
Após reunião nesta quarta-feira (10) do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e outros senadores peemedebistas com a cúpula do PSDB, o líder do PMDB, Eunício Oliveira (CE), informou que os dois partidos vão "caminhar juntos" em busca de "alternativas" para o país.
A reunião entre peemedebistas e tucanos ocorreu na casa do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), no mesmo dia em que Renan e outros senadores do PMDB tomaram café da manhã com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Na saída da reunião, Eunício e o senador Tasso Jeireissati (PSDB-CE) informaram que foram debatidos "diversos cenários" para a crise política do governo Dilma Rousseff, entre os quais o impeachment da petista.
"Não podemos ficar paralisados vendo o país derreter. O PMDB e o PSDB vão caminhar juntos em busca de solução para o país. Discutimos todos os cenários possíveis: o impeachment, a cassação da chapa pelo TSE e até a permanência dela [Dilma]", disse Eunício Oliveira.
O líder do PMDB disse, ainda, que outros partidos serão procurados para aderir ao movimento que discutirá os "cenários" possíveis para a crise. Perguntado se o PT seria chamado a participar, o senador disse: "Se ele quiser participar...".
Eunício Oliveira, Renan Calheiros e o senador Romero Jucá (PMDB-RR) desceram do apartamento de Tasso Jeireissati junto com os senadores tucanos que participaram da reunião – Aloysio Nunes (PSDB-SP), Aécio Neves (PSDB-MG) e Cássio Cunha Lima (PSDB-PE). O presidente do Senado não quis falar com a imprensa, mas informou que Tasso Jeireissati fora escolhido para falar em nome de todos sobre a reunião.
“O momento é muito grave, o momento é muito sério e partidos do tamanho do PSDB e do PMDB não podem ficar omissos. Decidimos que vamos trabalhar juntos. É fundamental conversarmos para buscar uma saída, uma solução para essa crise. Do jeito que está não dá para continuar. É essa a conclusão. E com certeza vamos tentar aglutinar outras forças políticas”, disse Tasso Jeireissati.
O senador tucano afirmou que várias “alternativas” foram discutidas com o PMDB, mas destacou que uma decisão sobre o que seria defendido dependeria da adesão de outros partidos à discussão.
“É essencial aglutinarmos várias forças políticas. Tem outros partidos que estavam [na base] e que estão percebendo de que é preciso encontrar uma saída. Estamos indo para o abismo. O que definimos é que PSDB e PMDB vão trabalhar juntos com o objetivo no curto prazo de aglutinarmos outras forças e buscar uma solução”, afirmou Jereissati.
Segundo Jereissati, foram discutidos na reunião desta noite cenários como impeachment e decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre pedido de cassação da chapa de Dilma Rousseff e Michel Temer.
O líder do PMDB confirmou que a fala de Tasso Jereissati corresponde ao que foi discutido na reunião. “É isso que o Tasso falou. Nós combinamos que ele falaria, porque é o dono da casa. Quando se combina a conversa às claras não tem off [quando uma informação é divulgada sem citar a fonte]”, disse.
Eunício Oliveira defendeu ainda que o Congresso seja “protagonista” das discussões sobre alternativas para a crise. “Mas não tem definição. Tem vários cenários, inclusive o cenário com ela [Dilma no poder]”, afirmou, destacando que não há um acordo para derrubar a presidente Dilma Rousseff da presidência.
Natália Passarinho
G1
