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A droga que consumimos todos os dias e está nos matando
A ingestão cada vez maior de produtos industrializados pode levar a uma epidemia global!
Nas últimas décadas, a indústria alimentícia passou a utilizar níveis alarmantes de açúcar refinado em produtos de consumo diário.
Um levantamento do Ministério da Saúde aponta que o índice de consumo de bebidas açucaradas já é três vezes maior que há 30 anos. Refrigerantes, por exemplo, não têm qualquer valor nutricional e já equivalem a 19% da média calórica nas áreas metropolitanas do Brasil. Quando colocados juntos a outras bebidas similares, como suco em caixinha e achocolatados, o quadro é ainda pior: respondem por quase 43% da ingestão de açúcar livre.
O jornalista Gary Taubes explica, em um artigo publicado no jornal The Guardian, as consequências perigosas desse vício contemporâneo: “Imaginemos uma droga que pode intoxicar, energizar e que pode ser administrada via oral. Não tem que ser injetada, fumada ou cheirada para que se possa experimentar seus efeitos sublimes e calmantes. Ela se mistura bem com todos os alimentos, especialmente os líquidos, e, quando é dada aos bebês, provoca uma sensação de prazer tão profunda e intensa que sua busca se transformará em uma força impulsora ao longo de suas vidas”.
O Ministério da Saúde recomenda que pais e responsáveis evitem dar produtos industrializados a crianças e adolescentes. O risco é ainda maior em crianças com menos de 2 anos de idade. Bebidas doces, biscoitos, bolos, bebidas lácteas, pães industrializados e achocolatados estão entre os mais nocivos.
O consumo excessivo de açúcar provoca diabetes, obesidade, câncer, problemas nos ossos e músculos, além do aumento da pressão arterial.
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Ministério da Saúde
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