O Paradoxo da Unificação - Quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis do Autismo

  O paradoxo da unificação: quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis e acirra a disputa por voz, recursos e políticas p...

Liberdade de imprensa deve ser defendida com determinação



O 3 de maio é o Dia da Liberdade de Imprensa. Que bom que há este dia. Assim, pelo menos uma vez ao ano, celebra-se solenemente esse direito humano. Mas a liberdade de imprensa é um tema perfeito para declarações da boca para fora. Nos demais 364 dias, o mundo se ocupa bem menos do tema. A seguir, apenas alguns exemplos.

Ciro não passa no PT nem com reza brava, afirma Gleisi



"Mas ele não sabe que o Ciro não passa no PT nem com reza brava?”. Foi assim que a reagiu a presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), ao saber da hipótese sugerida pelo ex-governador Jaques Wagner sobre um eventual apoio ao candidato Ciro Gomes, do PDT, segundo informa a colunista Mônica Bergamo.

FAZ DE CONTA QUE EU ACREDITO - Advogados de Aécio pedem para ele renunciar



Os advogados do senador Aécio Neves o aconselharam a renunciar o quanto antes ao mandato. A informação é da jornalista Lydia Medeiros do jornal O Globo. Se aceitar a sugestão, Aécio irá repetir a façanha de seu colega de partido Eduardo Azeredo, processado pela criação do mensalão quando governou o estado de Minas Gerais.

Por que tanta ira, brasileiros?



Nestes dias, vêm à memória os protestos estudantis de 50 anos atrás, no famoso Maio de 68. Começando com os estudantes de classes média e alta, logo se alastrou uma insatisfação com a velha ordem, o mundo como era até então tinha se tornado limitado demais para eles. A ira se espalhou, tomando toda a Europa Ocidental, depois pulando para outros países. Uma reviravolta depois da qual nada seria como antes. Pelo menos na Europa Ocidental.

No Brasil, uma reviravolta já se anunciava nos protestos de 2013.

Estudo abre novos caminhos para o tratamento da depressão



A depressão atinge mais de 300 milhões de pessoas em todo o mundo – entre elas, 11,5 milhões de brasileiros, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). O índice nacional é o maior da América Latina e o segundo maior das Américas – atrás apenas dos Estados Unidos. Enquanto o problema cresce assustadoramente, os tratamentos seguem na contramão: em boa parte dos casos, os remédios simplesmente não fazem efeito.