O Paradoxo da Unificação - Quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis do Autismo

  O paradoxo da unificação: quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis e acirra a disputa por voz, recursos e políticas p...

RICO PODE? - Empresário chama policial de b@sta, fdp, M#rda, lixo, agride esposa e está livre



Alguns 'ricos' no Brasil acham que podem tudo...

Imagine a situação, a Polícia Militar é acionada por uma mulher, mãe de uma pequena criança, que está sendo agredida pelo esposo, a Polícia se dirige até o local que é o luxuoso Alphaville (condomínio de alto luxo em São Paulo), o que acontece?
O marido, empresário do ramo de joalherias, Ivan Storel, recebeu os Policiais aos berros e insultos, com palavras como “você é um bosta, um merda de um PM”, “quero que você se foda, seu lixo do caralho”, “vou te chutar na cara”, “seu gordo filha da puta”, entre uma enorme variedade de xingamentos e ameaças.


Qual seria o desfecho dessa situação? Depende das circunstâncias, da “cara do freguês”, da cor da sua pele ou do local da ocorrência?
Nesta história, o fim foi que o autor das ameaças foi liberado após uma breve condução à delegacia.

Houve erro do auxílio-emergencial contra os Servidores? Fraude de quadrilhas? Erro de sistema?



Ao publicar a matéria: Saiba quem são os Servidores de Colombo suspeitos de recebimento irregular dos R$ 600 de ajuda emergencial, houve algumas pessoas que saíram em defesa de quem estava na lista, alegando desde desconhecimento, erro do Governo Federal, Fraude, armação e até culpa do TCE (Tribunal de Contas do Estado do Paraná).

Alguns disseram que já estariam procurando a Caixa Econômica para devolver o dinheiro e que não passava de um mal entendido....
Outros alegam que não receberam o benefício..
Bom, cabe ao TCE a investigação se houve fraude, atuação de alguma quadrilha especializada ou erro de sistema.
E se não fosse divulgado?
E se o TCE não divulgasse a fraude?
Estas pessoas devolveriam?
Ou é mais fácil acusar o TCE, a Caixa e este jornalista?
Minha obrigação moral é divulgar a verdade dos fatos e divulguei exatamente o que foi apurado pelo TCE.
É dever do Jornalista divulgar todos os fatos que sejam de interesse público e combater toda a forma de corrupção.
É obrigação do jornalista preservar sua fonte.
O auxílio emergencial de R$ 600,00 funciona da seguinte maneira:
O Auxílio Emergencial é um benefício financeiro concedido pelo Governo Federal destinado aos trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI), autônomos e desempregados, e tem por objetivo fornecer proteção emergencial no período de enfrentamento à crise causada pela pandemia do Coronavírus - COVID 19.

Saiba quem são os Servidores de Colombo suspeitos de recebimento irregular dos R$ 600 de ajuda emergencial



O TCE-PR (Tribunal de Contas do Estado do Paraná) descobriu que 10.648 Servidores Públicos municipais do Paraná receberam indevidamente o auxílio emergencial de R$ 600 do Governo Federal, podendo assim ter cometido crimes de estelionato e falsidade ideológica.

Enquanto muitos brasileiros que realmente necessitam, aguardam a aprovação do auxílio, estes servidores, que fizeram isso e que tem seus salários garantidos, fazem esta canalhice e crime contra o povo brasileiro.
Trabalhadores da iniciativa privada estão com seus salários reduzidos, perdendo seus empregos e esses Servidores fraudam o auxílio emergencial.
Crime hediondo contra o povo brasileiro.
Somente de Colombo foram 186 servidores, que receberam um total de R$ 126.600,00 indevidamente.
Terão de devolver o dinheiro recebido irregularmente e poderão responder judicialmente por crimes de estelionato e falsidade ideológica.
Felizmente, mais de 99% dos Servidores Municipais de Colombo não compactuam com esses "seres", que não vão manchar a reputação da esmagadora maioria de trabalhadores do serviço público municipal.
Veja quem são os Servidores Municipais de Colombo na Lista do TCE-PR:

PANDEMIA CORONAVÍRUS - Brasil pode ter mais de 2,6 milhões de infectados



Você já sabia que o número real de infectados pelo coronavírus é bem maior do que as estatísticas oficiais mostram. Afinal de contas, não há testes para a população inteira. Além disso, grande parte dos contaminados apresenta sintomas leves, ou sintoma nenhum – o que não justifica uma ida ao hospital para fazer o teste.

O estudo mais abrangente já feito no país apresentou seus primeiros resultados. O chamado Epicovid-19 aponta que o número real de pessoas infectadas pelo vírus seria 7 vezes maior do que os 376 mil confirmados no Brasil, totalizando 2,6 milhões de casos. 
O estudo analisou 90 cidades do país, onde mora 25% da população brasileira. Nesses municípios, estima-se que 760 mil pessoas já tenham sido infectadas pela doença, o que representa 1,4% da população somada das cidades. Esse número abrange tanto quem já se recuperou da doença quanto quem ainda está com o vírus.

As lições da pior pandemia da história



Durante a pior pandemia da história, os doentes viam uma imagem apavorante antes de morrer. Uma figura negra com um chapéu de aba larga os olhava do outro lado de óculos redondos. Sua cara era de pássaro, com um bico comprido e disforme. Em uma de suas mãos enluvadas, segurava uma vara longa com a qual examinava o paciente, na maioria das vezes apenas para comprovar se já estava morto. Era o médico da peste.
Este traje é atualmente uma das fantasias mais populares no Carnaval de Veneza. Remonta às epidemias de peste que assolaram a Europa e chegaram a aniquilar um terço da sua população. Em muitas ocasiões, a taxa de letalidade era quase de 100%. Ignorava-se sua origem, sua causa, sua forma de contágio, seu tratamento. Causava tanto terror que se evitava nomeá-la, recorrendo-se a eufemismos como “o mal que corre”.