O Paradoxo da Unificação - Quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis do Autismo
O paradoxo da unificação: quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis e acirra a disputa por voz, recursos e políticas p...
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Como os cientistas provam que um medicamento funciona contra uma doença?
Desde que a pandemia começou, cientistas de todo o mundo estão em busca de um medicamento que possa combater a covid-19, testando substâncias que já existem para uma possível ação contra o novo coronavírus. A causa é extremamente nobre: uma cura, ou pelo menos um tratamento auxiliar, podem ser descobertos. O problema é que, em um cenário de emergência, acontecem atropelos na ciência em busca de uma saída milagrosa para a pandemia – e aí as evidências científicas para se estabelecer um tratamento acabam sendo deixadas de lado. Mas, afinal, o que significam essas evidências e como se chega nelas?
Fetos abortados, microchips e Bill Gates: as mentiras sobre a vacina da covid-19 que já contam por aí
Nas últimas semanas, começou a ser compartilhada em redes sociais e aplicativos de mensagens uma suposta notícia, que mistura informações verdadeiras e afirmações imprecisas ou falsas, para denunciar que as vacinas em desenvolvimento para covid-19 "usam células de fetos abortados, segundo especialistas".
O texto remete a duas outras páginas, Life Site News e Precious Life, ao apontar que uma empresa está "usando células fetais abortadas, conhecidas como HEK-293", assim como pesquisadores da Universidade Oxford, no Reino Unido.
Novo oceano está se formando na África, dizem cientistas
O local em questão é a região de Afar, no leste da África, considerada uma das áreas mais quentes do planeta. Em 2005, formou-se ali uma enorme fenda, que tem agora cerca de 56 quilômetros de comprimento, recordam os cientistas.
De com acordo eles, por baixo da região árida o continente africano provavelmente está se dividindo.
Esta extensão desolada se localiza acima da juntura de três placas tectônicas (a somali, a arábica e a núbia) que estão se afastando lentamente umas das outras, dando lugar a um processo geológico que dividirá a África em duas e formará um novo oceano daqui a cinco milhões ou dez milhões de anos.
Sem imprensa livre não há fatos, só propaganda
“Porra, rapaz, pergunta pra sua mãe.” Respostas assim se tornaram recorrentes em frente ao Palácio da Alvorada. Também foi diante da residência oficial do presidente da República que o atual morador insultou Patrícia Campos Mello, da Folha de S. Paulo, repórter que denunciou o uso de mensagens ilegais durante a campanha presidencial: “Ela queria dar o furo”, disse em tom jocoso. “Furo” é quando uma informação relevante é apresentada por um veículo de comunicação antes de seus concorrentes. No jargão dos tios do pavê, a gente sabe que é outra coisa.
Desde a redemocratização, Bolsonaro é o chefe do Executivo que mais se sente incomodado com a imprensa livre. E a falta de educação é só a faceta folclórica desse ódio. O presidente criou um cercadinho à frente do Palácio para constranger jornalistas que fazem sua cobertura, colocando-os lado a lado com seus seguidores mais raivosos.
Sem 5G, Brasil vai sempre perder de 7 a 1
Quem joga games pelo computador ou por consoles online no Brasil já notou que é mais difícil vencer um adversário que está nos Estados Unidos do que um que está por aqui. A razão é porque nos locais onde há a internet 5G os comandos enviados pelo jogador são reconhecidos pelo menos 0,5 segundo mais rápido do que onde não há essa tecnologia. Ou seja, enquanto um atacante está chutando ao gol, o zagueiro ainda está se aproximando dele para tentar interceptar a jogada. É como dizer que, sem o 5G, o Brasil vai sempre perder de 7 a 1, assim como ocorreu na Copa do Mundo de 2014 contra a Alemanha.
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